terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Para entender o PT




Postada em: terça-feira, 15 de dezembro de 2009 6:00h
(Por Humberto L. Vieira) – via http://www.overbo.com.br/


Em sua última decisão o Partido dos Trabalhadores, PT puniu, com suspensão, os deputados Luiz Bassuma, PT/BA e Henrique Afonso PT/AC por serem contrários à legalização do aborto. Várias matérias circulam na Internet tentando explicar essa atitude dos dirigentes do PT.

De um lado justificam a decisão tomada em face daqueles deputados contrariarem decisão do partido que, em seu programa, inclui a legalização do aborto, embora esse fato tenha sido omitido a seus eleitores que, em sua grande maioria, são contrários à legalização do aborto.

De outro lado, os defensores da vida argumentam que o PT descumpriu a Constituição e a Convenção Americana dos Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica) que asseguram o direito à vida de todo ser humano. Nem mesmo a objeção de consciência, universalmente aceita, foi respeitada pelos dirigentes do Partido dos Trabalhadores.

Gostaria de trazer à consideração um outro argumento para bem entender a posição assumida pelo PT. Quando se diz que defensores da vida não devem se filiar ao PT e nem votar em seus candidatos, alega-se que não deve ser bem assim, uma vez que parlamentares de outros partidos também votam pela legalização do aborto. Essa posição de se opor ao PT é uma posição radical. Todavia quem se filia ao PT ou vota em seus candidatos são coniventes com a legalização do aborto. É bem verdade que alguns cristãos (católicos e evangélicos) bem intencionados permanecem nas fileiras do PT e até podem votar contra os projetos de legalização do aborto e se pronunciar a favor da defesa da vida. Isso é permitido pelo partido desde que seu voto não decida pela rejeição desses projetos e que sua atuação como parlamentar não interfira nos projetos do partido. “O PT abriga várias correntes e é um partido democrático”, alegam. Essa era uma maneira de justificar a “democracia” existente no PT. Agora com a penalização dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso não há mais dúvida sobre a tirania desse partido. Não sejamos ingênuos acreditando na falácia do PT.

Para bem entender esse assunto é preciso conhecer o GPEPD e o GPI. Essa siglas abrigam os parlamentares do “Grupo Parlamentar de Estudos de População e Desenvolvimento” e do “Grupo Parlamentar Interamericano” que têm como propósito modificar a legislação do país a fim de tornar legal a prática do aborto em qualquer estágio da gestação.

O GPI é o Grupo Parlamentar Interamericano, constituído na conferência hemisférica de legisladores que se realizou em Brasília, em dezembro de 1982. O GPI tem personalidade jurídica no Estado de Nova York. Como tal goza de privilégios de isenção de impostos. Entre suas finalidades está:

“Revisar as legislações nacionais a fim de considerar a possibilidade de despenalizar o aborto, tendo em vista o grande número que se realiza a margem da lei e a alta taxa de mortalidade que resulta”.

Outras recomendações do GPI:

“Estabelecer vínculos de colaboração e comissões interdisciplinares para as reformas legislativas com a participação de grupos privados e grupos de mulheres, especializados na temática da legislação e direitos reprodutivos da mulher”.

“Estabelecer comitês parlamentares com representantes de várias comissões do congresso (da mulher, educação, comunicações, orçamento, população e saúde) para supervisionar e coordenar os avanços nos programas de planejamento familiar e saúde reprodutiva”.

Para implementação dessas medidas no Brasil, foi constituído o GPEPD — Grupo Parlamentar de Estudos de População e Desenvolvimento. Segundo o “Inventory of Population Projects in Developing Countries Around the World”, publicação do FNUAP, esse grupo foi responsável por introduzir, na Constituição Brasileira, o dispositivo que trata do planejamento familiar (Art. 226 § 7º).

Os recursos para o GPEPD são oriundos da IPPF, do Pathfinder Fund, do Family Planning International Assistance (FPIA):

Desde a constituinte esses grupos já financiavam as atividades de controle populacional no Brasil:

“Planejamento Familiar e a Assembléia Constituinte Brasileira. Monitorar e onde necessário dar assistência no desenvolvimento do tema planejamento familiar no texto da Constituição Brasileira. Membros do Grupo Brasileiro de Parlamentares sobre População e Desenvolvimento receberão instruções técnicas sobre o assunto que contribuirão para debates sobre planejamento familiar. Recursos Fathfinder Fund/Brasil US$112.755″.

Manter assessoramento e assistência ao Grupo Parlamentar de Estudos de População e Desenvolvimento — Recursos: 2.552.200 (1989); 1.752.200 (1990); 1.752.200 (1991)”; Programa Informativo e Educacional para políticos do Hemisfério Ocidental (1994). Órgão executor: Grupo \parlamentar Interamericano sobre População e Desenvolvimento. Orçamento FNUAP até 1994: US$44.500. Promover o papel Parlamentar na América Latina e no Caribe em Questões ICPD (1994). Órgão executor: Grupo Parlamentar Interamericano Sobre População — FNUAP: US$119.000.

Além desses recursos a FPIA (Family Planning International Assistance) publica em sua home page, na Internet:

“Nos anos recentes, especialmente desde que a USAID retirou seu apoio, FPIA ampliou seu campo de ação procurando trabalhar com grupos e pessoas em projetos relacionados ao aborto. Doações foram feitas para agencias no Zaire, Congo, Quênia, Irlanda, Austrália, Bangladesh, México, Brasil, Peru, Equador, Bolívia e Nicarágua para estabelecer serviços de aborto seguro, fornecendo referência e aconselhamento sobre aborto, defendendo direitos reprodutivos, e legalmente contestando leis restritivas ao aborto.”

Mas esse grupo parlamentar tem um forte assessoramento, vejamos:

Recursos Para o Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFÊMEA). O CFÊMEA é uma organização feminista que faz ‘lobby’ no interesse de organizações promotoras do controle de população, do aborto, da eutanásia, do homossexualismo, no Congresso Nacional.

Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFÊMEA) monitoração e educação política dos direitos das mulheres. Financiamento da Fundação Ford para o CFÊMEA durante o período 1994-1998: US$323.000

Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFÊMEA), para apoio a um programa dirigido a líderes políticos e ao público em geral. Financiamento da Fundação MacArthur para o CFÊMEA durante o período 1994-1996: US$300.000

Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFÊMEA). Treinamento e coordenação entre ONGs de mulheres da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e América Central. Financiamento da Fundação Ford para o CFÊMEA durante o período 1996-1998: US$62.000

Projeto: Direitos da Mulher na Lei e na Vida. Financiamento da Fundação MacArthur para o CFÊMEA durante o período 2000-2003: US$210,000

Claro que além desses recursos financeiros outros se seguiram e por falta de fonte deixamos de citá-los.

Pelo exposto se entende que parlamentares de outros partidos, além do PT apresentem projetos e até votem pela legalização do aborto, pois devem integrar o GPEDP.

Mas quem são esses parlamentares que fazem parte do GPEPD e do GPI? Seus nomes não aparecem em documentos oficiais. Isso poderia criar embaraços junto a seus eleitores. Entretanto, não é difícil identificá-los. É suficiente verificar os que estão apresentando projetos de aborto e os que sistematicamente votam pela aprovação desses projetos.

Diante dos fatos acima citados, será mera coincidência que as feministas exigiram a punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso e que o PT aceitou essa exigência?

A “gota d’água” para a punição desses deputados foi a aprovação da CPI do aborto por iniciativa do dep. Luiz Bassuma. Embora aprovada, essa CPI não chegou a ser instalada por pressão dos defensores do aborto. Essa CPI iria mostrar a origem e o montante dos recursos internacionais para legalizar o aborto no pais. Por isso os grupos feministas entraram em desespero e conseguiram com as lideranças não indicarem os membros para que essa CPI fosse instalada.

A população precisa saber desses fatos para que os eleitores dêem um voto consciente. As eleições se aproximam e é hora de divulgar essas informações.

Fonte: Providafamília

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

(MAIS) UMA BRINCADEIRA DE MAU GOSTO.

7 de dezembro de 2009


Satanás lança diário para concorrer com o livro sagrado

Não é apenas Deus que nos observa. Seu principal concorrente, que de
besta não tem nada, andou fazendo anotações sobre a vida humana e
pretende desbancar em número de vendas o livro do adversário, a /Bíblia
Sagrada/. As revelações do coisa-ruim estão reunidas no *Diário do
Diabo*, obra que mostra, de forma bem humorada (muitas vezes
sarcástica), que bondade e maldade são mera questão comercial.

O livro apresenta, com humor sagaz, como "o Bem" e "o Mal" são somente
questão de negócios, além de servir como plataforma política para o
autor a partir da comprovação de que ele não é tão feio quanto o pintam.
Trata-se de texto leve e divertidíssimo, para o leitor que aprecia a
irreverência.

Originalmente escrito, mui apropriadamente, por um certo Nicholas D.
Satan, o livro foi transcrito pelo misterioso professor M.J. Weeks, que
recebeu a tarefa de ser o escrivão oficial do capeta, sendo uma espécie
de "psicógrafo". Na entrega do manuscrito para o autor, o livro ficou um
pouco comprometido por causa do fogo do inferno e da velhice do
exemplar. O trabalho de restauração da obra necessitou das mais modernas
técnicas disponíveis no mercado para tratamento de imagens. As partes
incompreensíveis receberam observações de M. J. Weeks.

Publicado no Brasil pela Geração Editorial, a /opus satanica/ recebeu
tradução de Paulo Schmidt, que diz ter feito um pacto com o autor do
livro para conseguir o trabalho. Dividido em cinco volumes, são
debatidos temas antigos e contemporâneos, obras do cão (não o dos teclados).

Mais do que um livro que reconhece a grandeza dos atos do tinhoso, o
diário do cramulhão mostra sua faceta globalizada. É possível perceber
que todos os acontecimentos negativos da Humanidade foram mesmo obra dele.

Mas o belzebu não fez tudo sozinho. Da Crucificação de Cristo à Guerra
do Iraque, do aquecimento global aos reality shows, o chifrudo contou
com diversos, digamos, indiscípulos, que alcançaram a glória prometida
com a venda da alma. O livro cita os funcionários da Satancorp que
tiveram mais destaque em seus empreendimentos, gente boa como Nero,
Rasputin e um tal George W. Bush.

Para saber mais detalhes sobre a vida pessoal, seus desmandamentos, ou
para saber se o capiroto usa mesmo Prada, leia o diário e prepare-se
para gargalhadas infernais.

*SERVIÇO*
_Diário do Diabo_ (2009)
Autor: Nicholas D. Satan
Editora: Geração Editorial

À venda nas melhores livrarias (e nas piores também)

*Redação Custom Editora*
Especial para Terra

COMENTÁRIO DO PR. JAAZIEL:
Parece uma brincadeira, é claro.... Mas no fundo, essa "brincadeira"
mostra muito bem o que o diabo pretende há milênios: convencer a
humanidade da sua inofensividade. O diabo começa assim mesmo,
furtivamente, de leve, na brincadeira... Não foi assim desde o princípio??

Shalom e até a próxima!

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